Quero minha maeeeeeeeeeee!!!

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Gente do ceu, depois da longa temporada de febrao de 40, quando acho que o negocio desencardiu lah vem mais historia!
Estou toda empipocada, me esbaldei ontem comendo star fruit (carambola), tomei suco e o que deu…tenho alergia e nao sabia!!! Jesuis tem doh de mim, saio de uma e caio em outra, afe! Eu sabia que tinha alergia de jaca, mas de carambola?? descobri agora me vendo toda encarocada, me cocando como se tivesse caindo num tapete de urtiga. Tava doida para pegar um sol, acabar com essa cor de Kinojo da Lamen e agora vou ser obrigada a esperar isso sumir. To pensando em tomar banho de sal grosso, porque no meu caso o negocio pode ajudar, o que acham??

To aqui ouvindo Antena 1 minha radio preferida no Brasil, matando a saudade de ouvir musicas brasileiras, ouvindo o cara falar a hora, falar da avenida paulista, do transito em Sao Paulo, eita saudade danada, aperto no peito…mas nao tenho vontade de voltar, descobri que aqui eh o meu lugar. Mas quero ir muitas vezes matar as saudades de lugares que eu jamais esquecerei por lah.

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Uma mulher chamada Anne foi renovar sua carteira de motorista. Pediram-lhe para informar sua profissão. Ela hesitou, sem saber bem como classificar.
– O que eu pergunto é se tem um trabalho? – insistiu o funcionário.

– Claro que tenho um trabalho – exclamou Anne. – Sou mãe!

– Nós não consideramos “mãe” um trabalho. Vou colocar “Dona de casa” – disse o funcionário friamente.

Não voltei a lembrar-me desta história até o dia em que me encontrei em situação idêntica. A pessoa que me atendeu era obviamente uma funcionária de carreira, segura, eficiente, dona de um título sonante.

– Qual é sua ocupação? perguntou.

Não sei o que me fez dizer isso, as palavras simplesmente saltaram-me da boca para fora:

– Sou doutora em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas.

A funcionária fez uma pausa, a caneta de tinta permanente a apontar para o ar, e olhou-me como quem diz que não ouviu bem. Eu repeti pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas. Então, reparei maravilhada, como ela ia escrevendo, com tinta preta, no questionário oficial.

Posso perguntar – disse ela com novo interesse – o que faz exatamente?

Calmamente, sem qualquer traço de agitação na voz, ouvi-me responder:

– Desenvolvo um programa a longo prazo (qualquer mãe faz isso), em laboratório e no campo experimental (normalmente eu teria dito, dentro e fora de casa). Sou responsável por uma equipe (minha família), e já recebi quatro projetos (todas meninas). Trabalho em regime de dedicação ,exclusiva (alguma mulher discorda?), o grau de exigência e próximo de 14 horas por dia ( para não dizer 24hs).

Houve um crescente tom de respeito na voz da funcionária que acabou de preencher o formulário, se levantou e pessoalmente abriu a porta.

Quando cheguei em casa, com o título da minha carreira erguido, fui recebida pela minha equipe – uma com 13 anos, outra com 7 anos e outra com 3. Do andar de cima, pude ouvir o meu novo experimento ( uma bebê de 6 meses), testando uma nova modalidade de voz.

Senti-me triunfante! Maternidade… Uma carreira gloriosa! Assim as avós deviam ser chamadas “Doutora Sênior em Desenvolvimento Infantil e Relações Humanas”, as bisavós “Doutora Executiva Sênior” e as tias “Doutora Assistente”. Eu acho!!!

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