Decepcionada :(

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Ainda nao consegui esquecer nossa derrota para os EUA😦

Que coisa mais horrivel aquele jogo que foi se extendendo ateh a gente chegar na derrota, sem falar no primeiro gol dos EUa que nos demos de graca e elas cresceram na nossa cabeca.😦

Afinal o que aconteceu com o Brasil?? todo mundo tava falando que foi falta de dinheiro no time, isso eh verdade??

 

“A sina de sempre perder para os EUA parecia que seria quebrada, já que a seleção ia vencendo por 2 a 1 até os 16min do segundo tempo da prorrogação. Mas Wambach fez de cabeça e levou a partida para os pênaltis. Nas penalidades, todos converteram, exceto Daiane, que parou nas mãos de Hope Solo.

A zagueira brasileira, aliás, teve uma tarde infeliz. Foi ela quem abriu o placar para os EUA, logo no primeiro minuto de jogo, quando tentou interceptar cruzamento e mandou contra a própria meta. Aos 20min da etapa final, a goleira Hope Solo defendeu pênalti de Cristiane.”

Sete erros fatais: entenda por que o Brasil falhou mais uma vez

É nas derrotas que se aprendem lições. O velho ditado do esporte, entretanto, não é bem aplicado quando o assunto é Seleção Brasileira feminina de futebol. Afinal, no último domingo, as jogadoras do Brasil acumularam mais uma queda dolorosa após três vice-campeonatos (Atenas 2004, Copa do Mundo 2007 e Pequim 2008). Erros administrativos, técnicos e de planejamento ajudam a explicar porque a vaga, que estava quase na mão, foi embora com o gol de Wambach aos 117min e a derrota nos pênaltis.

Abaixo, o Terra lista razões pelas quais o Brasil segue sem conseguir um grande título, atuando abaixo de seu potencial por razões de diferentes naturezas. Confira a lista de sete erros fatais na Copa do Mundo feminina de futebol.

1 – Preparação deficiente:

Por falta de condições de trabalho e também prejudicado pelo vulcão chileno que atrapalhou o tráfego aéreo sul-americano em junho, a Seleção teve uma preparação bastante ruim para a Copa do Mundo. Até a disputa do Mundial, só dois jogos foram realizados: Chile e combinado de Pernambuco. Pouquíssimo. Entre a última Copa e a atual, os Estados Unidos jogaram mais que o dobro em relação ao Brasil.

2 – Renúncia ao estilo de jogo brasileiro

Acostumada a jogar um futebol bonito e perder por não se defender como deveria, o Brasil inverteu sua lógica e, desta vez, disse adeus ainda antes, nas quartas de final. Apostando sempre na ligação direta e com esquema defensivo, com três zagueiras (Aline, Daiane e Erika) e duas volantes (Ester e Formiga) sem qualidade no passe, o time ficou refém das atacantes. E quando precisou de firmeza na zaga, sucumbiu.

3 – Escolhas infelizes

Com duas jogadoras sem condições físicas ideias, a comissão técnica da Seleção optou por cortar uma (Gabriela) e convocar outra (Formiga). A armadora, que ficou no Brasil e iniciou treinamentos com bola assim que a Copa começou, poderia dar outro toque de qualidade à equipe. O banco de reservas, em todo o Mundial, se mostrou limitado para que jogos pudessem ter seus panoramas modificados.

4 – O abuso no critério experiência

Poucas foram as renovações da Seleção Brasileira no elenco que foi à Copa, sobretudo no banco de reservas. Jogadoras como Elaine, Daniele e Grazielle, por exemplo, pouco acrescentaram em termos técnicos durante a preparação e treinamentos. Únicas opções mais jovens, mas ambas com 17 anos, Thaís Guedes e Beatriz praticamente não tiveram oportunidades e viajaram só para adquirir experiência.

5 – Sem alternativas táticas

Única grande equipe a jogar com três zagueiras, a Seleção Brasileira jamais teve alternativa para se tornar mais ofensiva em situações específicas ou para se defender de outra forma, se adaptando ao adversário. Apesar do longo período de treinamento na Granja Comary, o Brasil jamais se mostrou capaz de atuar com uma linha de quatro nomes na defesa ou de inserir uma atacante a mais, por exemplo.

6 – O atraso em adaptar Rosana ao meio

Terceira mais importante jogadora do Brasil quando atuava na ala esquerda, Rosana foi transformada em meia após o corte de Gabriela Zanotti. Apesar de jogar assim em seus clubes, a jogadora teve dificuldades no posicionamento correto, fruto de pouquíssimos treinamentos que foram realizados para que ajustes fossem feitos. Com o time abusando da ligação direta, sua figura de meia armadora ficou em segundo plano por vários momentos.

7 – A comissão técnica reduzida

Apenas quatro profissionais da área técnica, além de dois da área de saúde, formaram a comissão técnica do Brasil na Copa do Mundo. Figuras importantes como nutricionista, psicólogo, fisiologista e até mesmo cozinheiros, fundamentais no esporte moderno, não fizeram parte do quadro composto pela CBF, que também não designou um auxiliar de preparação física para a Seleção. Perguntado especificamente sobre a falta de um profissional de psicologia na véspera do duelo com os EUA, o treinador Kleiton Lima minimizou. “Vejo esse time preparado, amadurecido e com lições aprendidas”, disse.

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